Quem Somos

Confederação Nacional do Ramo Químico

 

A Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ-CUT) representa os trabalhadores nas indústrias químicas, de plásticos, farmacêuticas, de tintas, adubos e corretivos agrícolas, de abrasivos, de álcool, da borracha, de papel, celulose e papelão, de vidros, cerâmicas, petroquímicas e extração e refinação de petróleo.

Num total de:

58  sindicatos

2 federações estaduais;

 1 federação nacional.

O que perfaz cerca de 280 mil trabalhadores na base.

 

Analisando-se o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, observa-se que

o ramo químico  é responsável por:

• 8,6% de tudo o que é produzido no país.

Portanto, é um ramo de  grande importância na economia nacional. A Confederação Nacional do Ramo Químico é filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

 

CUT

Central Única dos Trabalhadores

 

A Central Única dos Trabalhadores (CUT)  foi fundada em 28 de agosto de 1983, fruto de um amplo movimento contra a ditadura militar  e de luta pela democracia e pelo direito à cidadania.

A  criação  da CUT significou um rompimento, na prática, com os limites da estrutura sindical oficial corporativa, que proibia a existência de organizações interprofissionais.

A CUT coloca, como uma de suas principais bandeiras, a  luta pela liberdade e a autonomia sindical. E,  já nos seus primeiros congressos, estimulava a criação de  departamentos por ramos de atividade.

A CUT se consolida hoje  como a maior central sindical do Brasil, da América Latina e a 5ª maior do mundo, com 3.299 entidades filiadas, 7.116.278 trabalhadoras e trabalhadores associados e 21.092.160 trabalhadoras e trabalhadores na base.

 

Nasce a CNQ

 

O novo quadro sindical brasileiro - que surge a partir da fundação da CUT- põe, na ordem do dia, as discussões sobre as estruturas verticais, unificações de datas-base e campanhas salariais e a criação de departamentos por ramos de atividade.

Em abril de 1989 é criado o Departamento Nacional dos Químicos da CUT, com o objetivo de articular nacionalmente o ramo e incentivar a criação de departamentos estaduais.

O Departamento Nacional dos Químicos da CUT transforma-se, no ano de 1992, em confederação, nascendo então a Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ-CUT).

No congresso da CNQ-CUT, realizado em agosto de 1995, formam-se secretarias regionais do ramo e ampliam-se as discussões para a integração de outros setores, como o do petróleo, vidro e papel.

Nesse congresso é decidida a filiação da CNQ à antiga ICEF, atual ICEM.

 

 

ICEM

Federação Internacional dos Trabalhadores da Química,

 Energia, Minas e Indústrias Diversas

 

A ICEM (Federação Internacional dos Trabalhadores da Química, Energia, Minas e Indústrias Diversas) representa mais de 20 milhões de trabalhadores em todos os continentes.

Trata-se de uma federação sindical mundial, de base industrial, dedicada à solidariedade prática, que pretende tornar-se um sindicato verdadeiramente global.

Entre seus principais objetivos, destacam-se: negociar e supervisionar acordos legais com empresas multinacionais, sobretudo em questões relativas aos direitos dos trabalhadores; estabelecer ligações de delegados sindicais nas empresas globais, formando as conhecidas redes de trabalhadores; coordenar solidariedade e apoio a sindicatos e representar os interesses dos trabalhadores na ONU e outras entidades

intergovernamentais.

 

 

Direção da CNQ

 

A Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ-CUT) é formada por 27

diretores. Destes, 18 são responsáveis por secretarias. A direção é eleita num Congresso Nacional, com mandato de três anos.

A CNQ possui uma coordenação geral e secretarias voltadas para diversas atividades, tais como: Finanças e Administração, Relações Internacionais, Saúde e Meio Ambiente, Política Sindical, Formação e Organização no Local de Trabalho, Imprensa, Políticas Sociais, de Gênero, de setores específicos do ramo e secretarias regionais (Veja Secretarias).

 

Campanhas Unificadas

 

A Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ_CUT) vem, desde  sua criação, organizando campanhas salariais unificadas, que aglutinam os diversos setores do ramo.

Nas campanhas unificadas são definidas algumas reivindicações básicas, comuns a todos os segmentos do ramo.  No entanto, cada setor tem preservado o direito de estabelecer também as suas bandeiras de luta específicas.

A CNQ-CUT fica com a responsabilidade de coordenar a produção dos materiais unificados nessas campanhas (cartazes, folderes, jornais, adesivos, etc), que são distribuídos para as entidades e sindicatos do ramo de todo o país.